
Teoria do espirro e outras teorias.
Advertência: depois de ler isto nunca mais se volta a ver certas coisas de forma mundana e banal.Tenho um colega que tem uma teoria interessante sobre o acto de espirrar e de comer.
Diz ele que a forma como espirramos e como comemos é reveladora da forma como temos orgasmos. Pois é… no caso dos espirros há os contidos, os múltiplos (!?), os indecisos, os ruidosos, os silenciosos, os que levam tudo à frente…
O mais divertido é que ele faz estas declarações de cariz freudiano sem sombra de riso e com uma convicção natural (provavelmente rindo por dentro das nossas caras de pasmo).
Mestria dos gozadores, ou verdadeira crença? Não sei, mas desconfio. Só sei que passei a acrescentar um infantil ihihihihih a cada “Saúde” ou “Santinho” que digo. E... passei também a tentar estar à mesa com mais calma!
Momento Publicitário
Enquanto as minhas amigas eram fãs de boys band, do Brad Pitt, de Levis e de All Stars eu era fã de anúncios. Devorava os blocos publicitários e os vídeo clips musicais que passavam num dos dois canais existentes.
Depois dedicava-me a criar os meus próprios anúncios, como uma verdadeira copywriter/ realizadora, com olhares e falas estudadas, só não gritava “Acção” no final…mas pouco faltava!
Alguns desses anúncios da época marcaram-me para sempre num arrepio de pele (que era como eu decidia se o spot era bom ou mau. Ainda hoje decido assim).
Quem não se lembra do spot da “Gilette” com o jingle “o melhor para o homem”, onde caminhavam decididos homens aprumados de farda (hum hum!) e o da “Coca Cola” com a “sensação de viver” que nos deixava com uma vontade enorme de viver, fosse isso o que fosse.
Hoje em dia os anúncios são mais do mesmo. Espelham obviamente muito mais do que as nossas necessidades básicas, explorando ambições e receios ocultos, mas, talvez dada a quantidade com que somos bombardeados, não são tão marcantes, tão inovadores.
E depois temos que escolher entre o anuncio que tem piada mas não é bom a “vender”, em que nos lembramos do anúncio mas não recordamos a marca, e os que nos recordam a marca até à exaustão mas que não são de todo um momento artístico (como os anúncios de detergentes por ex.).
Tudo bem, a arte sempre foi uma forma de comunicação, mas nem toda a comunicação é arte. Aceito.
Passam neste momento na TV dois anúncios, que não sendo nada de fabulosamente produzido me fazem sorrir, numa garantia de que as coisas mais simples são muitas vezes as melhores:
- O primeiro, mais óbvio porque tenho gatos e gosto deles, “o bla bla bla Whiskas saquetas”. É que os felinos de trazer por casa são mesmo assim! Achamos nós que estão interessados no nosso “parlapier”? Pois sim. Depois de levarem a comidinha (confesso que aquilo tem tão bom ar que até já me apeteceu experimentar) não querem saber de mais bla bla bla mas sim de uma boa sesta. Diferentes dos humanos?
- O segundo é o das bolachas Oreo, com os dois miúdos, em que o mais novo tenta imitar o mais velho e depois de muita paciência e várias tentativas, segue a máxima “quando Maomé não vai à montanha, a montanha vai a Maomé” soltando um vitorioso “Aha”!. Delicioso!
PS: Não. Nenhuma das marcas acima referidas patrocina este blog… mas aí está uma ideia!
Depois dedicava-me a criar os meus próprios anúncios, como uma verdadeira copywriter/ realizadora, com olhares e falas estudadas, só não gritava “Acção” no final…mas pouco faltava!
Alguns desses anúncios da época marcaram-me para sempre num arrepio de pele (que era como eu decidia se o spot era bom ou mau. Ainda hoje decido assim).
Quem não se lembra do spot da “Gilette” com o jingle “o melhor para o homem”, onde caminhavam decididos homens aprumados de farda (hum hum!) e o da “Coca Cola” com a “sensação de viver” que nos deixava com uma vontade enorme de viver, fosse isso o que fosse.
Hoje em dia os anúncios são mais do mesmo. Espelham obviamente muito mais do que as nossas necessidades básicas, explorando ambições e receios ocultos, mas, talvez dada a quantidade com que somos bombardeados, não são tão marcantes, tão inovadores.
E depois temos que escolher entre o anuncio que tem piada mas não é bom a “vender”, em que nos lembramos do anúncio mas não recordamos a marca, e os que nos recordam a marca até à exaustão mas que não são de todo um momento artístico (como os anúncios de detergentes por ex.).
Tudo bem, a arte sempre foi uma forma de comunicação, mas nem toda a comunicação é arte. Aceito.
Passam neste momento na TV dois anúncios, que não sendo nada de fabulosamente produzido me fazem sorrir, numa garantia de que as coisas mais simples são muitas vezes as melhores:
- O primeiro, mais óbvio porque tenho gatos e gosto deles, “o bla bla bla Whiskas saquetas”. É que os felinos de trazer por casa são mesmo assim! Achamos nós que estão interessados no nosso “parlapier”? Pois sim. Depois de levarem a comidinha (confesso que aquilo tem tão bom ar que até já me apeteceu experimentar) não querem saber de mais bla bla bla mas sim de uma boa sesta. Diferentes dos humanos?
- O segundo é o das bolachas Oreo, com os dois miúdos, em que o mais novo tenta imitar o mais velho e depois de muita paciência e várias tentativas, segue a máxima “quando Maomé não vai à montanha, a montanha vai a Maomé” soltando um vitorioso “Aha”!. Delicioso!
PS: Não. Nenhuma das marcas acima referidas patrocina este blog… mas aí está uma ideia!
Feira de vaidades mas também de reconhecimentos
Este ano, sem Billy Crystal a apresentar, as estatuetas premiaram sobretudo Scorsese, com quatro Óscares para "Entre Inimigos", uma aclamação esperada e justa.Óscares 2007: Os vencedores
Filme: The Departed (Entre Inimigos)
Realização: Martin Scorsese, em The Departed (Entre Inimigos)
Actor: Forest Whitaker, em The Last King of Scotland (O Último Rei da Escócia)
Actriz: Helen Mirren, em The Queen (A Rainha)
Actor Secundário: Alan Arkin, em Little Miss Sunshine (Uma Família à Beira de um Ataque de Nervos)
Actriz Secundária: Jennifer Hudson, em Dreamgirls
Filme Estrangeiro: Das Leben der Anderen (As Vidas dos Outros), Alemanha
Argumento Original: Little Miss Sunshine (Uma Família à Beira de um Ataque de Nervos)
Argumento Adaptado: The Departed (Entre Inimigos)
Fotografia: El Laberinto del Fauno (O Labirinto de Fauno)
Montagem: The Departed (Entre Inimigos)
Direcção Artística: El Laberinto del Fauno (O Labirinto do Fauno)
Guarda-Roupa: Marie Antoinette
Orquestração: Babel
Canção: "I Need To Wake Up", Melissa Etheridge, em An Inconvenient Truth (Uma Verdade Inconveniente)
Caracterização: El Laberinto del Fauno (O Labirinto do Fauno)
Som: Dreamgirls
Montagem de Som: Letters from Iwo Jima (Cartas de Iwo Jima)
Efeitos Especiais: Pirates Of The Caribbean: Dead Man’s Chest (Piratas das Caraíbas: O Cofre do Homem Morto)
Filme de Animação: Happy Feet
Documentário: An Inconvenient Truth (Uma Verdade Inconveniente)
Curta-Metragem de Animação: The Danish Poet
Curta-Metragem: West Bank Story
Curta-Metragem Documental: The Blood Of Yingzhou District
Óscar Honorário: Ennio Morricone
Resultado: há uma data de filmes que tenho que alugar.
E agora... sai um Óscar para quem tem que trabalhar hoje!
Sempre me disseram que era feio lamber a tampa do iogurte...
“A idiotice é vital para a felicidade.Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre. Putz!
A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado?
Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins.
No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota!
Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você.
Ignore o que o boçal do seu chefe disse.
Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente, é ele. Pobre dele.
Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice.
Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto.
Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho para tudo, soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça?
hahahahahahahahaha!... Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor ideia de como preencher as horas livres de um fim de semana?
Quanto tempo faz que você não vai ao cinema?
É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas.
E daí, o que elas farão se já não têm por que se desesperar?
Desaprenderam a brincar.
Eu não quero alguém assim comigo. Você quer?
Espero que não.
Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas... a realidade já é dura; piora se for densa.
Dura, densa, e bem ruim.
Brincar é legal. Entendeu?
Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar com comida, não falar besteira, não ser imaturo, não chorar, não andar descalço, não tomar chuva.
Pule corda! Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte.
Ser adulto não é perder os prazeres da vida - e esse é o único "não" realmente aceitável.
Teste a teoria. Uma semaninha, para começar.
Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são: passageiras.
Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir... Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!
Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um cafezinho gostoso agora?
A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios.
Por isso cante, chore, dance e viva intensamente antes que a cortina se feche!”
Arnaldo Jabor
Arnaldo Jabor
Paixão vinda do nada



Já lhes aconteceu terem uma paixão vinda do nada? Sim, claro. Dirão que todas as paixões vêm do nada pois claro, mas não do nada nada covenhamos!
Já viram uma borboleta nascer do nada? Não, claro. Primeiro são uma coisinha sem graça, um pequeno casulo, um novelo de fios e só depois um colorido espécime voador.
Assim são regra geral as paixões, elas começam em algum momento a mexer connosco. Começam como mera atenção, depois como interesse, depois como interesse redobrado, viram fascínio e depois de devidamente alimentadas transformam-se em paixão.
Mas não foi assim com a minha paixão por África. A minha paixão por este País veio do nada. Já tinha visto filmes e nada. Já tinha ouvido falar das suas cores, sons e sabores fortes e nada. Violência e brutalidade, pobreza e fome, doenças e bicharada, devolviam-me medo e distância.
E um dia, sem aviso prévio, imaginei-me lá. A viver os batuques dos tambores, a abraçar a miséria com amor, a construir com as minhas mãos, a perder a vista na imensidão do lugar, a suplantar os receios e a sentir o pulsar da terra. Como se aquele fosse dos lugares mais autênticos e reais à face da terra.
Coisa estranha esta que me deu. Não sei se conseguiria transformar essa paixão em amor. Mas a verdade é que para saber se essa paixão vai morrer ou crescer, vou ter que ir lá. Um dia.
Já viram uma borboleta nascer do nada? Não, claro. Primeiro são uma coisinha sem graça, um pequeno casulo, um novelo de fios e só depois um colorido espécime voador.
Assim são regra geral as paixões, elas começam em algum momento a mexer connosco. Começam como mera atenção, depois como interesse, depois como interesse redobrado, viram fascínio e depois de devidamente alimentadas transformam-se em paixão.
Mas não foi assim com a minha paixão por África. A minha paixão por este País veio do nada. Já tinha visto filmes e nada. Já tinha ouvido falar das suas cores, sons e sabores fortes e nada. Violência e brutalidade, pobreza e fome, doenças e bicharada, devolviam-me medo e distância.
E um dia, sem aviso prévio, imaginei-me lá. A viver os batuques dos tambores, a abraçar a miséria com amor, a construir com as minhas mãos, a perder a vista na imensidão do lugar, a suplantar os receios e a sentir o pulsar da terra. Como se aquele fosse dos lugares mais autênticos e reais à face da terra.
Coisa estranha esta que me deu. Não sei se conseguiria transformar essa paixão em amor. Mas a verdade é que para saber se essa paixão vai morrer ou crescer, vou ter que ir lá. Um dia.
Vida na Cidade (ou a desconfiança das pessoas)
Estava cansada mas bem disposta.O dia tinha corrido bem e estava de bem com o mundo.
Como os lugares no pequeno espaço da C. das Sandes das Amoreiras eram escassos, não vi problema em perguntar a um Senhor se me podia sentar ali ao pé dele.
Ele acedeu que sim com a cabeça. Eu sorri, agradeci e sentei-me. Preparava-me para começar a comer quando notei que ele olhava para todos os lados desconfiado.
- Algum problema? – perguntei.
- Estou a ver se encontro a câmara! - explicou.
Uma imagem vale mais que 3 palavras
Carnaval
Esquece-se o frio e teima-se em colocar a banhinha mal amanhada de fora, os homens seguem o seu maior fetiche e vestem-se de mulher, mas como no Carnaval “ninguém leva a mal” e “quem canta seus males espanta”, a coisa atinge dimensões de “voz do povo” na crítica social, politica, desportiva, económica. Ranchódromos à parte, palhaços e super heróis há muitos. E venham de lá ideias pseudo-culturais para andarmos para aí às piruetas que faz muito bem ao coração e aos músculos.
Pois sim. Mascarei-me de mulher invisível e escapei à depressão nacional, indignada com os concursos de máscaras nas escolas que deixam os miúdos perdedores tristonhos quando lhes trocam a ideia de diversão por competição!
Surpreendente Alvim
"E assim foi, vê-se alguém e dizemos para nós “É aquela, é aquela!” e no mesmo instante em que percebemos que é aquela, é aquela, a figura dela esvanece-se qual vidro embaciado em manhã de Inverno enganoso.
Tu és isso, vidro embaciado sim, outrora vapor, hoje manhã clara, tu és essa manhã em que fumamos à janela na esperança de te percebermos por entre aquela varanda, fixamente aquele estrado de praia, aquela luz que teima em ficar acesa quando todas as outras já se apagaram, tu és essa sim, a música que ouvimos no carro quando caminhamos para casa e nos cruzamos com outros condutores que caminham agora para os mesmos empregos. Liga os máximos para veres melhor, aumenta o volume dessa música para que não adormeças e escuta o que o dia te diz na claridade que te entra. Fecha o vidro, apaga o cigarro, concentra-te nessa estrada que te levará até casa, ouve-me a entrar por esses estores que repousam enganados, abraça-te aos cobertores como se fosse a mim e liga a televisão para que adormeças pensando que sou eu que te dou notícias frescas.
Esfrega os olhos, ajeita-te na cama, olha para esse retrato que insiste em fazer de conta que sou eu, lembra-te das pegadas húmidas que terei deixado naquela vez que entrei pelo quarto vindo do banho, remexendo as gavetas na esperança de que tu não acordes e denunciasses a minha presença. Dorme, não acordes ainda, deixa cá ver se fecho a porta de leve para só acordar os vizinhos. Bom dia como está?! - direi ao primeiro, Está um frio que não se aguenta - enquanto desço! - é mais um dia de trabalho! Que o que importa é saúde e até mais logo. Fecho a porta da entrada agora com força e sei que estarás por detrás da janela a adivinhares os meus passos. Ora o sinal do alarme - tic, tic – ora a porta a fechar – catapum – ora o motor que finge agora fazer-se morto apenas e só para o prazer da reanimação. A chave na ignição como se fosse uma bomba respiratória, tolhendo a boca do motor – brum brum – tentando outra vez – vrum vrum –nem um sinal de vida, mas já sem pronúncia do norte – vrum vrum e vamos a isto.
É de manhã, o trânsito é o que se sabe, parado nos semáforos apitam-me – smick smick! – no preciso instante em que muda a cor. Olho para o retrovisor e vejo-te a ti no meio de um autocarro cheio de pessoas exactamente iguais, iguais a ti. O motorista - olá como vai? – a senhora que se pendura a um dos ferros agarrando com muita força a mala que transporta - sou eu , sou eu dizes! – aquele miúdo , aquela mulher, aquele senhor, ticket ticket! – dizes brincando aos revisores – e de repente, uma paragem onde todos saem humilhando as outras saídas que esperavam ainda recebê-los.
Eis-me no carro a esta hora, a mesma música que ouviras no caminho para casa, o mesmo vidro embaciado, a mesma seiva que escorre agora por este vidro plano, o mesmo cigarro que apagaste, as mesmas notícias com as quais adormeceras. Eis-me – não finjas! a mesma foto que sabes não ser eu, o mesmo vulto que te trespassa, o mesmo jeito que te afaga e que agora caminha pelo mesma estrada que há pouco percorreras.
Eis-me de regresso a casa, metendo as chaves à porta – bom dia como vai, é a vida , é a vida, tem que ser ser! Tem que ser! – fazendo tudo para que não acordes, entrando devagarinho, devagarinho – shiuu! - não fazendo barulho algum - mesmo sabendo que no quarto onde te imagino, nessa cama que me aguarda, tu nunca estiveste, tal qual o vidro embaciado que agora é manhã clara."
Tinha que partilhar. Simplesmente arrasador! In Blog "Espero Bem que Não"
Inutilidades
http://www.asolutionforyou.com/Parking%20Game/scoregame/Game.htm
O desafio é tirar o carro amarelo da garagem.
Dizem que faz bem aos nervos e à massa cinzenta...: )
Divirtam-se!
O desafio é tirar o carro amarelo da garagem.
Dizem que faz bem aos nervos e à massa cinzenta...: )
Divirtam-se!
Nauticampo
Mais um ano de Nauticampo, na FIL... Apinhada de gente, apinhada de curiosos, apinhada de compradores de sonhos...
Configurações diferentes

"É assim desde que ousamos a fala. Mais cedo e melhor que eles. De argúcia não temos falta, e se nos acusam de arredondarmos o discurso é por sabermos bem demais o que há a dizer e de algum entendimento masculino processar lentamente o óbvio. "
In sempenisneminveja.weblog.com.pt/
In sempenisneminveja.weblog.com.pt/
E já que hoje estamos numa de testes, descubram se o vosso cérebro é mais masculino ou feminino em http://www.bbc.co.uk/science/humanbody/sex/add_user.shtml
Que cena romântica de um filme é você?
"Você é... a cena da Passagem de Ano em “When Harry Meet Sally”: Para si, a verdadeira declaração de amor deve ser sempre espontânea e não treinada horas a fio ao espelho. O amor deve sempre ter como base uma forte amizade, até para o ensinar a gostar dos defeitos da outra pessoa."In http://radiocomercial.clix.pt/destaques/quizz/cena_romantica/index.asp
...Ora vejam! Hummm tenho que voltar a alugar este filme.
Sempre achei piada à cena em que ele afirma convicto e muito macho que nenhuma namorada dele fingiu algum dia o orgasmo e ela lhe faz uma demonstração de como é fácil uma simulação... mesmo que seja num café cheio de gente.
Há ainda há outro teste para rir
http://radiocomercial.clix.pt/destaques/quizz/musica_romantica/index.asp
Deu-me: "uma tendência irresistível para amores impossíveis e para perpetuar paixões mantidas em segredo." ...Não achei piada.
Frase do Dia
"Todos temos períodos de poisio, temos que deixar a terra repousar, para semear de novo."
Falava hà uns dias com uma amiga que me dizia que já estava fartinha do Inverno. Fazem falta os dias de sol que nos aquecem a pele e a alma, que nos acariciam os cabelos e nos devolvem energia e prazer no corpo entorpecido pelo frio.Estou de férias nestes dias. Mas talvez vá conseguindo passar por aqui para fugir ao Carnaval folião e às saudades do sol.
Fica o desejo de um dia viver o verdadeiro furor de Carnaval do Brasil ou o sedutor mistério de um Carnaval de Veneza.
O problema não é teu é meu

Faz uma semana que fui a uma palestra sobre um dos temas que nos marca desde que nascemos e que para mim contínua a ser um poço de desafios e medos: “Os Relacionamentos”.
Ainda ontem se celebrou as relações a dois. Mas tudo na nossa vida são relacionamentos: família, amigos, colegas, conhecidos – bem ou mal, de forma ligada ou desligada, apaixonados ou indiferentes, somos seres relacionais.
Yasmin Espavo, falou-nos ao coração, como sempre fala, pausadamente mas de passos irrequietos, olhando nos olhos e expressando na voz uma sabedoria que vai para além do que se possa aprender sentado numa sala de aula. Para os mais rotuladores, a sua imagem pode ser categorizada como zen: gosta de andar descalça para sentir a ligação com a Mãe Terra e no final de cada conversa oferece a todos uma reverência de respeito e um Xi -Coração virtual desarmante. Fala-nos das coisas da vida com uma transcendência de certa forma desconcertante para quem não acompanhe por outros meios estas questões existenciais.
Yasmin defende que é urgente uma educação emocional e que a crescente procura das áreas de Desenvolvimento Pessoal reflecte essa mesma necessidade.
Pouco do que foi dito é novo e faz muito parte do senso comum, mas é bom relembrar de quando em vez. Aqui fica um resumo do que se falou:
“Costumamos dizer que as crianças são cruéis. As crianças na realidade são verdadeiras. Apontam as diferenças como lhes é ensinado. São cruéis porque não lhes é dito que a diferença é uma coisa boa.
É relacionando-nos que fazemos uma grande aprendizagem sobre a vida e sobretudo sobre nós próprios, na medida em que um relacionamento serve para espelhar o que somos.
Os nossos pais são primeiro agente de educação emocional e social. Eles passam-nos o testemunho de uma série de valores e noções sobre o que está certo e errado e são o nosso primeiro embate nisto dos relacionamentos. É na relação com eles que começamos a perceber o que queremos e o que não queremos ser numa reacção de imitação ou rejeição.
Na nossa sociedade é dada primazia à família em detrimento do indivíduo. A família é cultivada em abnegação do Eu. Queremos que gostem de nós como somos e nos aceitem incondicionalmente mas aprendemos a jogar o jogo do que se espera de nós e esquecemo-nos de sentir o meu “Eu” profundo.
Ao crescermos é-nos feita uma espécie de lavagem cerebral acerca do que é suposto ser um relacionamento. E isso passa de geração em geração.
Nas relações a dois, procuramos o homem ou a mulher ideal. Um Príncipe ou uma Princesa. Talvez alguém sem defeitos; talvez alguém que nos resgate da prisão em que nos sentimos colocados. Projectamos necessidades e desejos e temos uma imagem do que é o ideal: talvez uma mulher alta, esguia, loura, de olhos claros, lindíssima, daquelas que faz gosto ter e que fazem inveja aos nossos amigos; talvez um homem musculado e cuidado e simultaneamente bom marido e bom pai de filhos.
E depois admiramo-nos com a quantidade de depressões manifestas ou escondidas. Mas essa doença nada mais é que uma escapatória, é uma forma do nosso eu nos dizer que já chega de chega de estarmos distantes de nós próprios.
Quando uma relação nos deixa insatisfeitos temos que pensar como fomos lá parar.
As relações espelham como reagimos.
Muitas vezes vemo-nos a lidar com pessoas que nos fazem sempre o mesmo. Quer no trabalho, nas amizades, nas relações a dois e até na família.
E então pensamos: “Tenho é que encontrar outra pessoa, uma pessoa que seja como eu espero/gosto/quero. Alguém como eu.”
Achamos que o outro deve pensar, agir ou sentir como nós. E atiramos para fora um acusador: “Mas porque é que és assim?”
Procuramos e tentamos, mas não encontramos alguém como nós.
1º porque não percebemos que vamos sempre atrair o mesmo tipo de relações, porque é o nosso modo de sentir que tem que mudar
2º porque andamos tão cheios de máscaras que no final atraímos uma máscara também.
E então alguém “compra” a imagem que projectei e como uma máscara não se consegue manter por muito tempo, surpreendemo-nos quando quem comprou quer fazer uma “devolução à loja”, porque se desiludiu (ou seja havia uma ilusão).
Temos uma sociedade competitiva e em que a conquista é a demonstração de poder. A maioria dos adultos têm relações de irritabilidade porque travam lutas de egos e intelectos, através de palavras e acções, em que não as pessoas não se mostram como são para que o outro sinta sempre essa excitação e desejo. Se não respondemos à letra somos apelidados de moles ou idiotas.
Mas se precisamos de provar o nosso ego é sinal de que temos níveis de auto-estima muito baixos. E isso traduz-se normalmente em prepotência e arrogância.
Cada um de nós procura no outro que goste de si como é. Mas como é que isso pode acontecer se somos uma fachada e nem sabemos quem somos?
As relações de hoje pautam-se por aparências: “Ela veste-se bem para mim, quer dizer que gosta de mim”. “Ele traz-me flores, quer dizer que gosta de mim”. Se eles deixam de fazer isto: “Ele/ela já não gosta de mim!”
Quando o que vivemos se vê aquém das nossas expectativas, não falamos sobre o assunto e vamos deixando andar. Vemos o outro como alguém que nos completa e preenche o que nos falta.
É muito fácil fecharmo-nos como o eremita. É mais fácil isolarmo-nos. Mas só uma relação nos “devolve” crescimento e o que sou e quero afinal.
O que importa reter é que produzimos sistematicamente pensamentos, emoções e palavras que têm uma determinada vibração. Vibramos numa determinada frequência e atraímos vibrações idênticas. A isto normalmente chamamos: energia.
Vibramos em carência, em desejo, em aparência, em vitimização, em agressão… E atraímos o nosso oposto do espelho: como vitima atraio o agressor e vice-versa, ou atraio alguém ainda mais vítima que eu.
Quantas pessoas não se sujeitam a violência, sobretudo verbal? Através de um chefe, um colega, um marido ou mulher, um pai, numa demonstração da nossa fraca auto-estima.
Um cientista japonês fez uma experiência com água (que é conhecida por ser um bom condutor) e sujeitou água a palavras faladas e escritas e depois congelou e fotografou os cristais de água. Os resultados forma espantosos. Palavras com cargas de significado positivas davam cristais harmoniosos e belos, palavras com conotações negativas davam cristais desequilibrados e estranhos. Se a vibração contida nas palavras têm este poder na água imaginem em nós!
Produzimos sistematicamente vibrações, pensamentos, imagens. Que nos afectam e fazem vibrar positiva ou negativamente.
Só olhando para dentro percebemos o que se passa connosco. Note-se: é connosco!
Trocar de marido, de mulher, de amigos não resolve se sistematicamente atraímos o mesmo tipo de relações. Quando as pessoas estão insatisfeitas ou infelizes têm que perceber a sua infelicidade em vez de culpar o outro por me sentir assim.
Tem que partir do nosso centro e poucas pessoas conseguem fazer essa paragem e avaliar-se, a partir de dentro.
Caminhar para o amor incondicional significa respeitarmo-nos, saber quem sou. Estamos muitas vezes mais preocupados em saber o que é mais importante para o outro para sermos aceites ou para lhe dizermos o que deve fazer. Ao fim de um tempo sentimo-nos insatisfeitos. Temos relacionamentos físicos, financeiros e intelectuais. Mas perdemos a capacidade de falar de coração para coração.
Uma mãe dizia um dia destes: “gosto do meu filho incondicionalmente mas…”, onde está o incondicional no “mas”? No rol de coisas que esse filho podia melhorar?
No dia em que não encontrarmos palavras para gostar de alguém, quando não for porque me dá segurança, porque me dá prendas, porque faz o que eu quero, porque é bonito ou inteligente, porque tem uma imagem que me agrada, etc. e gosto daquele ser sem ter que ter qualquer razão… aí falamos de amor incondicional.
O que temos que perceber é que os relacionamentos traduzem o que estou a aprender. Mudar a nossa vibração não é sinónimo de mudar de pessoas, mas mudar os nossos hábitos e formas de pensar.
Sistematicamente tentamos mudar os outros. O amor mais completo é o amor sem forma, sem expectativas.
Por vezes temos que deixar seguir: numa separação, numa morte, no crescimento dos filhos, etc. Temos que estar preparados para amar de tal forma que a certa altura podemos dizer ao outro: “Vai. Não te prendo mais.”
Temos que parar de estar fechados à espera que alguém venha abrir. Temos que deixar de falar com os outros com as nossas necessidades, carências e egos e falar com o coração aberto. Para bem das relações.
Educação emocional significa no fundo dizer: “Eu sou como eu quiser” e não “Eu sou como eu sou”.
Como diz Dalai Lama “A maioria do que somos foi aprendido”. Então como é que podemos ter educação emocional? É preciso conhecermo-nos, fazendo algo que se chama: Tomada de Consciência.
Na prática temos que fazer o mesmo que os desportistas fazem: observar e avaliar o nosso desempenho de forma a melhorar.
Num 1º passo significa observarmo-nos de fora (gravarmo-nos em vídeo ou escrever um diário por ex.), para percebermos (sem julgamentos) como reagimos.
Depois temos que avaliar o que estamos a fazer e onde é que isso nos leva.
Num 2º passo eu já dou conta nas situações do dia a dia que me levam pelo caminho que não quero seguir. Aí “engasgamo-nos”, o que é natural. Nenhuma criança aprende a andar sem andar cambaleante e sem cair e se levantar.
O grande entrave para as mudanças é acharmos que temos todo o tempo do mundo, esquecendo-nos que somos mortais.”
Ainda ontem se celebrou as relações a dois. Mas tudo na nossa vida são relacionamentos: família, amigos, colegas, conhecidos – bem ou mal, de forma ligada ou desligada, apaixonados ou indiferentes, somos seres relacionais.
Yasmin Espavo, falou-nos ao coração, como sempre fala, pausadamente mas de passos irrequietos, olhando nos olhos e expressando na voz uma sabedoria que vai para além do que se possa aprender sentado numa sala de aula. Para os mais rotuladores, a sua imagem pode ser categorizada como zen: gosta de andar descalça para sentir a ligação com a Mãe Terra e no final de cada conversa oferece a todos uma reverência de respeito e um Xi -Coração virtual desarmante. Fala-nos das coisas da vida com uma transcendência de certa forma desconcertante para quem não acompanhe por outros meios estas questões existenciais.
Yasmin defende que é urgente uma educação emocional e que a crescente procura das áreas de Desenvolvimento Pessoal reflecte essa mesma necessidade.
Pouco do que foi dito é novo e faz muito parte do senso comum, mas é bom relembrar de quando em vez. Aqui fica um resumo do que se falou:
“Costumamos dizer que as crianças são cruéis. As crianças na realidade são verdadeiras. Apontam as diferenças como lhes é ensinado. São cruéis porque não lhes é dito que a diferença é uma coisa boa.
É relacionando-nos que fazemos uma grande aprendizagem sobre a vida e sobretudo sobre nós próprios, na medida em que um relacionamento serve para espelhar o que somos.
Os nossos pais são primeiro agente de educação emocional e social. Eles passam-nos o testemunho de uma série de valores e noções sobre o que está certo e errado e são o nosso primeiro embate nisto dos relacionamentos. É na relação com eles que começamos a perceber o que queremos e o que não queremos ser numa reacção de imitação ou rejeição.
Na nossa sociedade é dada primazia à família em detrimento do indivíduo. A família é cultivada em abnegação do Eu. Queremos que gostem de nós como somos e nos aceitem incondicionalmente mas aprendemos a jogar o jogo do que se espera de nós e esquecemo-nos de sentir o meu “Eu” profundo.
Ao crescermos é-nos feita uma espécie de lavagem cerebral acerca do que é suposto ser um relacionamento. E isso passa de geração em geração.
Nas relações a dois, procuramos o homem ou a mulher ideal. Um Príncipe ou uma Princesa. Talvez alguém sem defeitos; talvez alguém que nos resgate da prisão em que nos sentimos colocados. Projectamos necessidades e desejos e temos uma imagem do que é o ideal: talvez uma mulher alta, esguia, loura, de olhos claros, lindíssima, daquelas que faz gosto ter e que fazem inveja aos nossos amigos; talvez um homem musculado e cuidado e simultaneamente bom marido e bom pai de filhos.
E depois admiramo-nos com a quantidade de depressões manifestas ou escondidas. Mas essa doença nada mais é que uma escapatória, é uma forma do nosso eu nos dizer que já chega de chega de estarmos distantes de nós próprios.
Quando uma relação nos deixa insatisfeitos temos que pensar como fomos lá parar.
As relações espelham como reagimos.
Muitas vezes vemo-nos a lidar com pessoas que nos fazem sempre o mesmo. Quer no trabalho, nas amizades, nas relações a dois e até na família.
E então pensamos: “Tenho é que encontrar outra pessoa, uma pessoa que seja como eu espero/gosto/quero. Alguém como eu.”
Achamos que o outro deve pensar, agir ou sentir como nós. E atiramos para fora um acusador: “Mas porque é que és assim?”
Procuramos e tentamos, mas não encontramos alguém como nós.
1º porque não percebemos que vamos sempre atrair o mesmo tipo de relações, porque é o nosso modo de sentir que tem que mudar
2º porque andamos tão cheios de máscaras que no final atraímos uma máscara também.
E então alguém “compra” a imagem que projectei e como uma máscara não se consegue manter por muito tempo, surpreendemo-nos quando quem comprou quer fazer uma “devolução à loja”, porque se desiludiu (ou seja havia uma ilusão).
Temos uma sociedade competitiva e em que a conquista é a demonstração de poder. A maioria dos adultos têm relações de irritabilidade porque travam lutas de egos e intelectos, através de palavras e acções, em que não as pessoas não se mostram como são para que o outro sinta sempre essa excitação e desejo. Se não respondemos à letra somos apelidados de moles ou idiotas.
Mas se precisamos de provar o nosso ego é sinal de que temos níveis de auto-estima muito baixos. E isso traduz-se normalmente em prepotência e arrogância.
Cada um de nós procura no outro que goste de si como é. Mas como é que isso pode acontecer se somos uma fachada e nem sabemos quem somos?
As relações de hoje pautam-se por aparências: “Ela veste-se bem para mim, quer dizer que gosta de mim”. “Ele traz-me flores, quer dizer que gosta de mim”. Se eles deixam de fazer isto: “Ele/ela já não gosta de mim!”
Quando o que vivemos se vê aquém das nossas expectativas, não falamos sobre o assunto e vamos deixando andar. Vemos o outro como alguém que nos completa e preenche o que nos falta.
É muito fácil fecharmo-nos como o eremita. É mais fácil isolarmo-nos. Mas só uma relação nos “devolve” crescimento e o que sou e quero afinal.
O que importa reter é que produzimos sistematicamente pensamentos, emoções e palavras que têm uma determinada vibração. Vibramos numa determinada frequência e atraímos vibrações idênticas. A isto normalmente chamamos: energia.
Vibramos em carência, em desejo, em aparência, em vitimização, em agressão… E atraímos o nosso oposto do espelho: como vitima atraio o agressor e vice-versa, ou atraio alguém ainda mais vítima que eu.
Quantas pessoas não se sujeitam a violência, sobretudo verbal? Através de um chefe, um colega, um marido ou mulher, um pai, numa demonstração da nossa fraca auto-estima.
Um cientista japonês fez uma experiência com água (que é conhecida por ser um bom condutor) e sujeitou água a palavras faladas e escritas e depois congelou e fotografou os cristais de água. Os resultados forma espantosos. Palavras com cargas de significado positivas davam cristais harmoniosos e belos, palavras com conotações negativas davam cristais desequilibrados e estranhos. Se a vibração contida nas palavras têm este poder na água imaginem em nós!
Produzimos sistematicamente vibrações, pensamentos, imagens. Que nos afectam e fazem vibrar positiva ou negativamente.
Só olhando para dentro percebemos o que se passa connosco. Note-se: é connosco!
Trocar de marido, de mulher, de amigos não resolve se sistematicamente atraímos o mesmo tipo de relações. Quando as pessoas estão insatisfeitas ou infelizes têm que perceber a sua infelicidade em vez de culpar o outro por me sentir assim.
Tem que partir do nosso centro e poucas pessoas conseguem fazer essa paragem e avaliar-se, a partir de dentro.
Caminhar para o amor incondicional significa respeitarmo-nos, saber quem sou. Estamos muitas vezes mais preocupados em saber o que é mais importante para o outro para sermos aceites ou para lhe dizermos o que deve fazer. Ao fim de um tempo sentimo-nos insatisfeitos. Temos relacionamentos físicos, financeiros e intelectuais. Mas perdemos a capacidade de falar de coração para coração.
Uma mãe dizia um dia destes: “gosto do meu filho incondicionalmente mas…”, onde está o incondicional no “mas”? No rol de coisas que esse filho podia melhorar?
No dia em que não encontrarmos palavras para gostar de alguém, quando não for porque me dá segurança, porque me dá prendas, porque faz o que eu quero, porque é bonito ou inteligente, porque tem uma imagem que me agrada, etc. e gosto daquele ser sem ter que ter qualquer razão… aí falamos de amor incondicional.
O que temos que perceber é que os relacionamentos traduzem o que estou a aprender. Mudar a nossa vibração não é sinónimo de mudar de pessoas, mas mudar os nossos hábitos e formas de pensar.
Sistematicamente tentamos mudar os outros. O amor mais completo é o amor sem forma, sem expectativas.
Por vezes temos que deixar seguir: numa separação, numa morte, no crescimento dos filhos, etc. Temos que estar preparados para amar de tal forma que a certa altura podemos dizer ao outro: “Vai. Não te prendo mais.”
Temos que parar de estar fechados à espera que alguém venha abrir. Temos que deixar de falar com os outros com as nossas necessidades, carências e egos e falar com o coração aberto. Para bem das relações.
Educação emocional significa no fundo dizer: “Eu sou como eu quiser” e não “Eu sou como eu sou”.
Como diz Dalai Lama “A maioria do que somos foi aprendido”. Então como é que podemos ter educação emocional? É preciso conhecermo-nos, fazendo algo que se chama: Tomada de Consciência.
Na prática temos que fazer o mesmo que os desportistas fazem: observar e avaliar o nosso desempenho de forma a melhorar.
Num 1º passo significa observarmo-nos de fora (gravarmo-nos em vídeo ou escrever um diário por ex.), para percebermos (sem julgamentos) como reagimos.
Depois temos que avaliar o que estamos a fazer e onde é que isso nos leva.
Num 2º passo eu já dou conta nas situações do dia a dia que me levam pelo caminho que não quero seguir. Aí “engasgamo-nos”, o que é natural. Nenhuma criança aprende a andar sem andar cambaleante e sem cair e se levantar.
O grande entrave para as mudanças é acharmos que temos todo o tempo do mundo, esquecendo-nos que somos mortais.”
Elogio ao Beijo

Hoje é Dia dos Namorados. Mas também é dia da Doença Coronária e da Disfunção Sexual...esperemos portanto que o amor seja a “doença” mais forte para as outras duas não aparecerem...
Neste dia, tido por alguns negativistas como um dia comercial e visto pelas pessoas singles como eu como um dia “massacrante” - o tema fulcral é esse sentir “que arde sem se ver”.
Tenho uma proposta inclusiva... não obstante a situação passional de cada um: em vez de celebrar o Dia dos Namorados, renomear o dia 14 de Fevereiro como o Dia do Amor! Tornava a coisa tão lamechas quanto a situação obrigasse e dava oportunidade aos que não encontraram a sua cara metade de distribuir por aí beijos e abraços em nome do tal Amor.
Agora para os amantes:
Importa celebrar.
Independentemente do que se faça e não obrigando ninguém ao típico: ir jantar fora e dar uma prenda material - afinal a imaginação é uma coisa poderosa. (se ainda estiverem sem ideias, na net encontram coisas como serenetas, passeios de barco, sessões fotográficas a dois, experiências de 6 sentidos, etc.).
No sentido virtuado da coisa, o dia é um lembrete de que a relação tem que alimentar o amor, em cuja receita se dever ir usando de sal, pimenta, vinagre e açúcar em doses q.b.
Mas quanto a mim, mais pertinente que uma coisa comprada e desapegada de qualquer valor emocional, é mais marcante usar o símbolo supremo da união: o beijo. Apaixonado, simples, ardente, fortuito, terno, malicioso, provocador, sensual, íntimo, roubado, desejado, sentido.
Experimentem. E depois não digam que não tiveram um bom dia.
Neste dia, tido por alguns negativistas como um dia comercial e visto pelas pessoas singles como eu como um dia “massacrante” - o tema fulcral é esse sentir “que arde sem se ver”.
Tenho uma proposta inclusiva... não obstante a situação passional de cada um: em vez de celebrar o Dia dos Namorados, renomear o dia 14 de Fevereiro como o Dia do Amor! Tornava a coisa tão lamechas quanto a situação obrigasse e dava oportunidade aos que não encontraram a sua cara metade de distribuir por aí beijos e abraços em nome do tal Amor.
Agora para os amantes:
Importa celebrar.
Independentemente do que se faça e não obrigando ninguém ao típico: ir jantar fora e dar uma prenda material - afinal a imaginação é uma coisa poderosa. (se ainda estiverem sem ideias, na net encontram coisas como serenetas, passeios de barco, sessões fotográficas a dois, experiências de 6 sentidos, etc.).
No sentido virtuado da coisa, o dia é um lembrete de que a relação tem que alimentar o amor, em cuja receita se dever ir usando de sal, pimenta, vinagre e açúcar em doses q.b.
Mas quanto a mim, mais pertinente que uma coisa comprada e desapegada de qualquer valor emocional, é mais marcante usar o símbolo supremo da união: o beijo. Apaixonado, simples, ardente, fortuito, terno, malicioso, provocador, sensual, íntimo, roubado, desejado, sentido.
Experimentem. E depois não digam que não tiveram um bom dia.
Diferenças
“As mulheres, pensava eu, estavam mais aptas para unir sexualidade à emoção, ao amor, preferiam um único homem à promiscuidade (…). Mas, apesar da diferença fundamental entre a mulher e do homem acerca de tais questões, nós não dispúnhamos ainda de uma linguagem que a exprimisse”Anäis Nin
Delta de Vénus
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